Governo vai criar fundo privado para financiar pesquisa e inovação

O governo federal vai criar um fundo privado inédito com o objetivo de apoiar a pesquisa de alto nível no país e qualificar ùniversidades e institutos nacionais a fim de que alcancem maior projeção e visibilidade internacional.

 

Leia a matéria completa no link abaixo:

Materia Completa Clique Aqui

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

,

Nova parceria com Álvaro Cravo Advogados

A ABTELECOM inicia uma nova parceria com o escritório de advocacia Álvaro Cravo Advogados. Isso nos garante assessoria jurídica de qualidade e apoio para futuros projetos.

Para saber mais a respeito do escritório de Álvaro Cravo Advogados, acesse o folder eletrônico: clique aqui.

,

Convite: Participe do Programa de Qualificação para Exportação – PEIEX Rio

Convidamos sua empresa a conhecer o Programa de Qualificação para Exportação – PEIEX Rio.

O PEIEX Rio é um convenio entre a PUC-Rio e a APEX Brasil com o objetivo de preparar as empresas do Rio de Janeiro para que possam iniciar seu processo de exportação de forma planejada e segura.

Por meio de uma metodologia validada pelo ITC (International Trade Centre), identificamos os principais pontos de atenção e requisitos exigidos para a atividade exportcomercial@lumesistemas.com.bradora e capacitamos as empresas para a atuação internacional.

O PEIEX é financiado pela APEX Brasil e, portanto, não tem nenhuma contrapartida financeira por parte da empresa. No entanto, a empresa deve se comprometer com a disponibilidade de tempo e motivação para se dedicar ao projeto.

Para o biênio 2017-2018 ainda existem 30 vagas disponíveis. Sendo assim, caso tenham interesse em conhecer melhor o projeto nossos contatos são:

Tel.(21) 2138-9260 ou 2138-9261

Email: contato@peiex.iag.puc-rio.br.

,

Primeiras Ações de Implantação de Fribra Ótica Via Rios Amazônicos

,

Brasil: um dos cinco primeiros a falar via satélite

O interior do furgão de equipamentos estava supergelado. Os projetistas dos Federal Labs da International Telephone and Telegraph – ITT – haviam dimensionado, com folga, o equipamento de ar condicionado. Dentro do furgão da estação terrena COMRIO, repleto de equipamentos e fiação, quatro técnicos se acotovelavam. O calendário marcava 12 de janeiro de 1963 e o local era no bairro
de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Eu pilotava a console de controle da estação; Marcelo se debruçava junto à gaveta dos receptores para deles extrair a máxima sensibilidade; Rômulo controlava os circuitos do transmissor; e Carlos Henrique, os equipamentos terminais. Todos nós estávamos muito excitados.

 

Autor: João Carlos Pinheiro da Fonseca

Certificação de Produtos de Telecomunicações e Funções de Telecomunicações em Produtos para Outros Usos

Em parceria, a ABTELECOM encaminha processos de certificação, em obediência à legislação do Inmetro, Anatel e outras agências de regulamentação.

É grande a responsabilidade de fabricantes e representantes comerciais dos produtos que usamos no nosso dia a dia.

Um produto para ser colocado no mercado deve ter qualidade e recursos operacionais para atender a requisitos mínimos de Funcionalidade, Segurança elétrica, Compatibilidade eletromagnética e Taxa de Absorção Específica (SAR). Ou seja:

  • Deve ter a qualidade testada e aprovada, através de normas técnicas específicas para as finalidades a que se destina;
  • Deve atender aos requisitos mínimos de segurança elétrica de modo a não causar danos nem colocar em risco os usuários do produto
  • Deve operar dentro da sua faixa de frequências, ocupando o mínimo de espectro com o máximo de eficiência, não poluir o espectro e ser imune a interferências de radiofrequência, variações da rede elétrica e outras perturbações eletromagnéticas;
  • Devem ser considerada também quantidade de energia de RF que o produto emite e pode ser absorvida pelo organismo durante o uso de equipamentos portáteis.

Veja a abaixo a lista de alguns dos principais produtos de certificação compulsória. Para acessar a lista completa e tirar suas dúvidas acesse o link: www.ctcp.org.br/pt/servicos/

,

Vocês leram “1º satélite geoestacionário do país passa por testes pré-lançamento” ?

Por acaso vocês leram o artigo intitulado “1º satélite geoestacionário do país passa por testes pré-lançamento” ? Ele pode ser acessado em https://www.noticiasaominuto.com.br/tech/348440/1-satelite-geoestacionario-do-pais-passa-por-teste. Muitos outros artigos similares e divulgações em geral estão espalhando a mesma inverdade não só para toda a sociedade brasileira como para o exterior.

Com o objetivo de colaborar, “um pouquinho bem pouquinho que seja”, para que a mídia passe a “falar a verdade” divulgando os fatos em relação ao tema, publiquei o texto abaixo na página do Facebook “Jose Raimundo Cristovam Nascimento” e também na página “Unisat Telecom”. E enviei mais uma vez para o nosso amigo Sebastião Neto da TELEBRAS. Será muito bom enviar para órgãos de imprensa e para assessorias de comunicação dos diversos órgãos públicos e privados.

“32 ANOS SE PASSARAM e em 21 de Março de 2017 será lançado o SEXTO Satélite Geoestacionário do País, pois na verdade o Primeiro Satélite Geoestacionário Brasileiro, o lendário BRASILSAT A1, foi lançado com sucesso há 32 anos atrás. Foram lançados cinco (5) satélites brasileiros de governos passados na seguinte sequencia: Brasilsat A1 em 08 de Fevereiro de 1985; Brasilsat A2 em 28 de Março de 1986; Brasilsat B1 em 10 de Agosto de 1994; Brasilsat B2 em 28 de março de 1995 e o Brasilsat B3 em 04 de fevereiro de 1998.

Foram Cinco (5) Satélites Geoestacionários Brasileiros de Comunicações Lançados e Operados pela “antiga estatal EMBRATEL desde 08/02/85 entre o Governo do Presidente General Figueiredo e o Governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso.

 

Resumo Cronológico:

* EMBRATEL – Estação Terrena de Comunicações por Satélite – Tanguá – RJ – Inaugurada em 28 de Fevereiro de 1969 com uma benção do Papa Paulo VI transmitida ao vivo diretamente de Roma. A primeira transmissão comercial de TV Via Satélite no Brasil foi o Lançamento da Nave Espacial Apolo IX em 3 de Março de 1969. Logo em seguida, outro fato marcante. A emoção com a transmissão do Homem pisando na Lua em 16 de Julho.

Assim, é fato que já se passaram 47 Anos do início da formação dos primeiros ilustres profissionais brasileiros competentes especializados na área de Comunicações Via Satélite. E que continuou forte nos anos seguintes com muitos cursos de treinamentos especializados no Brasil e no Exterior.

*1970: Graças aos satélites, foi possível assistir “ao vivo” em nosso país, a conquista no México, do Tricampeonato Mundial de Futebol pela Talentosa Seleção Brasileira.

*1974: É iniciada pela EMBRATEL a operação do SBTS – Sistema Brasileiro de Telecomunicações Via Satélite, utilizando transponders alugados da INTELSAT. Com isso se iniciam as primeiras transmissões nacionais de TV Via Satélite para a região Amazônica.

*1982: O Governo brasileiro autorizou a compra, instalação e operação pela EMBRATEL dos seus próprios satélites. E assim, a EMBRATEL, empresa estatal do Sistema TELEBRAS, assinou os contratos para a aquisição e para o lançamento dos 2 primeiros satélites geoestacionários brasileiros de comunicações, o Brasilsat A1 e o Brasilsat A2.
*1984 – É inaugurado o COSS – Centro de Operações do Sistema Satélite da EMBRATEL em Guaratiba – Rio -RJ. É o maior Centro de Controle e Operação de Satélites da América Latina e um grande orgulho para os profissionais brasileiros que contribuíram de alguma forma com os seus esforços. E também para o Brasil e todos os brasileiros desde 1984.

*1985 – Lançamento em 08 de Fevereiro de 1985 do Primeiro Satélite Geoestacionário Brasileiro de Comunicações, o histórico Brasilsat A1 da EMBRATEL. O Brasilsat A1 foi lançado a partir da base de Kourou, na Guiana Francesa, e posicionado em órbita geoestacionária sobre o território brasileiro. Na ocasião, o investimento foi de cerca de US$ 125 milhões. O primeiro satélite e o seu sucessor receberam a designação de Brasilsat A1 e A2, respectivamente, tendo iniciado o chamado Sistema Brasileiro de Telecomunicações por Satélite – SBTS.

*A EMBRATEL, empresa (estatal) do Governo Federal, possuia fortíssimas equipes de engenheiros, técnicos, analistas orbitais e outros profissionais super-especializados que constituiam o famoso Departamento de Comunicações Domésticas via Satélite, conhecido como SAT da EMBRATEL. Tenho muita honra e orgulho de ter feito parte desse Departamento (SAT).

*Lá se vão 32 anos de bastante e valiosíssima experiência de muitos profissionais brasileiros nessa área das comunicações via satélite.

*O lançamento desse Primeiro Satélite Geoestacionário Brasileiro de Comunicações permitiu ao país iniciar a interiorização e em seguida a expansão das telecomunicações em ampla escala no território nacional, o que diminuiu progressivamente a dependência brasileira no aluguel de capacidade de transponders de satélites estrangeiros. Sem dúvida alguma, o ano de 1985 foi um marco para as telecomunicações no Brasil e na América Latina. Lá se vão mais de 31 anos quando a Embratel iniciava com o Brasilsat A1 a operação do SBTS – Sistema Brasileiro de Telecomunicações por Satélites e a primeira rede de satélites domésticos de telecomunicações da América Latina.
*Durante esses mais trinta e um anos e até hoje, a operação, manutenção e expansão tem sido feita exclusivamente por engenheiros, técnicos, astrônomos, analistas e outros profissionais brasileiros.

*1986 – Foi lançado em 28 de Março o Segundo Satélite Geoestacionário Brasileiro de Comunicações, o Brasilsat A2, para complementar o SBTS – Sistema Brasileiro de Telecomunicações Via Satélite. Há quase 31 anos atrás e também operado desde então só por brasileiros da EMBRATEL.

*1987 – Morungaba – SP: Inauguração da Estação Terrena de Comunicações Internacionais via Satélite.
*1994 – Foi lançado no dia 10 de Agosto, o Terceiro Satélite Geoestacionário Brasileiro de Comunicações, o Brasilsat B1, para expandir o SBTS – Sistema Brasileiro de Telecomunicações Via Satélite e também operado desde então só por brasileiros da EMBRATEL.

*1995 – Foi lançado no dia 28 de março de 1995, o Quarto Satélite Geoestacionário Brasileiro de Comunicações, o Brasilsat B2, para expandir o SBTS – Sistema Brasileiro de Telecomunicações Via Satélite e também operado desde então só por brasileiros da EMBRATEL.

*1998 – Foi lançado no dia 04 de fevereiro de 1998, o Quinto Satélite Geoestacionário Brasileiro de Comunicações, o Brasilsat B3, para expandir o SBTS – Sistema Brasileiro de Telecomunicações Via Satélite e também operado desde então só por brasileiros da EMBRATEL. Esse foi o quinto e último satélite ainda de propriedade de governos passados, ou seja, antes da privatização da EMBRATEL.

*1998 – Em 29 de julho, durante o processo de abertura e modernização das telecomunicações brasileiras, a EMBRATEL foi Privatizada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e passou para propriedade da empresa norte-americana MCI World Com.

*2000 – Em 16 de Agosto de 2000 foi lançado o Satélite Brasilsat B4 já após a Privatização da EMBRATEL e então propriedade da MCI World Com.

*14 de novembro de 2007 – Lançamento do Satélite Star One C1. A antiga denominação Brasilsat da Série original de satélites é trocada a partir daqui pela Série Star One (C e D), após constituída esta empresa mexicana como proprietária.”

 

Por: J.R.Cristóvam
Diretor Técnico
UNISAT Consultoria, Engenharia e Treinamento Profissional em Telecomunicações

Nossa História

Produtos de Certificação Compulsória

CABOS, FIOS e FIBRA ÓPTICA
Cabos Coaxiais condutor sólido ou multifilar
Cabos Coaxiais Híbridos
Cabos Para Transmissão De Dados
Cabo de Manobra
Cabos Telefônicos xDSL
Cabos CI e CCI
Fios Telefônicos Internos e Externos
Cabo de Fibras Ópticas Compacto para Instalação Interna
Cabo OPGW
Fibra Óptica


CONECTORES
Conector de Blindagem (CBCT/CBVT)
Conector para Cabo Telefônico
Conector para Cabo Coaxial
Conector para Fibra Óptica
Blocos Terminais -BT-RE, BTRI e BT-DG
Caixas Terminais Óptica Aéreas e Subterrâneas
Conjuntos de Emenda Aéreos e Subterrâneos

TELEFONES FIXOS e EQUIPAMENTOS TERMINAIS
Central privada de comutação telefônica – CPCT
Telefone de assinante com ou sem Cordão
Telefones de uso público (TUP)
Telefone de uso público adaptado para surdos (TPS e TTS-A)
Terminal de Acesso Público (TAP)
Terminal de telecomunicações para surdos (TTS)
Alarme para linha telefônica
Bloqueador de chamada telefônica
Equipamento Terminal de Usuário de TV por Assinatura: Cabo, MMDS e Satélite.
Equipamento Terminal de Usuário para TV Digital Terrestre.
Filtro xDSL – Microfiltro e Splitter
Identificador de chamada telefônica
Secretária eletrônica
Sistema de ramal sem fio de CPCT
Telefone IP (com e sem fio)
ATA – Adaptador para Telefone Analógico
Equipamento para Telecomunicações com Interface USB


TELEFONES CELULARES E ESTAÇÔES TERMINAIS DE ACESSO (ETA)
Telefone móvel celular
Telefone móvel por satélite
Terminal de Uso Coletivo para o Serviço Móvel Pessoal
Bateria de Lítio utilizada em Telefone Celular
Carregador para Telefone Celular
Acessório para telefone móvel celular do tipo bateria auxiliar
Estação terminal de acesso
Femtocélula residencial (serviços: SMP, SCM e STFC)

MODEMS
ModemS analógico e Digital XDSL
Modem digital XDSL
Modem para TV a Cabo (Cable Modem)
Modem para Transceptor Digital
Equipamento de fac-símile
Equipamento BPL – Uso Interno
HPNA Coaxial para IPTV

ANTENAS
Antenas direcionais e omnidirecionais
Antena para Estação Terrena
Antenas Ponto a Ponto e Ponto-Área

EQUIPAMENTOS DE RADIODIFUSÃO SONORA e TV
Transmissores de radiodifusão sonora em FM e AM
Transmissor de radiodifusão comunitária
Gerador de estereofonia e Canal Secundário
Transmissores, Retransmissores e Repetidores de televisão
Transmissor de televisão digital terrestre
Conversores de canal de TV e Modulador de áudio e vídeo
Transceptor MMDS – retorno
Transmissor de autocine
Equipamentos para Serviço Auxiliar de Radiodifusão

TRANSMISSORES, TRANSCEPTORES e REPETIDORES
Modulador Digital
Transmissores, Transceptores e Repetidores Fixos, Móveis e Portáteis
Transmissores de supervisão e controle, Telecomando e Telemedição
Repetidor de Radiofrequências
Transceptor para Sistema Automático de Identificação de Navios
Transmissor para o serviço avançado de mensagens
Transmissores de radiobaliza, radiochamada e radiofarol
Radar
Equipamento de ondas portadoras
Equipamento BPL – Uso Externo e Interno
Transceptor PLC – Faixa Estreita
Equipamentos para Estação Terrena
Amplificador de potência


EQUIPAMENTOS ÓPTICOS e TERMINAIS DE LINHAS ÓPTICAS
Acopladores Ópticos Passivos
Divisores Ópticos Passivos
OLT – Terminação de Linha Óptica
ONT – Unidade de Rede Óptica
Terminal de Linha Óptica
Terminal de Linha Óptica com multiplex integrado


EQUIPAMENTOS PARA COMUNICAÇÃO DE DADOS
Equipamento para interconexão de redes
Equipamento de rede dados
Plataforma Multi-serviço
Multiplexador de Dados
Regenerador de Sinais SHDSL
HPNA Coaxial para IPTV – Distribuidor


MULTIPLEX DIGITAL
Multiplex de Acesso DSL – DSLAM
Multiplex SDH – Equipamentos STM e SDXC
Multiplex Óptico WDM/DWDM
Multiplex PDH


ACUMULADORES DE ENERGIA (BATERIA)
Acumulador de energia Alcalino
Acumulador de energia Chumbo-Ácido
Acumulador de energia Chumbo-Ácido Estacionário Regulado por Válvula
Acumulador de energia Alcalino Estacionário Regulado por Válvula


DISPOSITIVOS PARA ATERRAMENTO
Haste de aço cobreada
Cordoalha de aço cobreada
Conector de aterramento

Comissão de Negócios em Tecnologias Sociais

PRESIDENTE: MIGUEL F GOUVEIA, MSEE

MISSÃO:

Fomentar o uso de tecnologias sociais na realização de negócios, possibilitando a abertura de novos negócios, lançamento de produtos, alerta e reposicionamento de marcas, branding, pesquisa de opinião online em tempo real, aumento de faturamento, redução de custos e redesenho de processos diante a avassaladora invasão das tecnologias sociais no relacionamento entre pessoas.

OBJETIVOS:

  • Criar um fórum permanente de avaliação/discussão com associados representativos dos segmentos de interesse
  • Realizar continuamente palestras sobre INCREMENTO DE NEGÓCIOS EM TECNOLOGIAS SOCIAIS em Associações de Classe;
  • Promover debates com a presença de executivos e formadores de opinião em relação ao uso de tecnologias sociais em negócios;
  • Prover estatísticas de crescimento e estudo de casos no assunto;
  • Identificar empresas prontas para implementar projetos de tecnologias sociais;
  • Identificar um Patrocinador de peso no assunto.