,

SETOR ENERGÉTICO PASSA POR DIGITALIZAÇÃO E MIGRAÇÃO PARA A NUVEM

energia-gente-luz-eletrica-solar-migracao-nuven-eneel

Para regular a questão de cibresegurança em ambientes cada vez mais interligados, os diretores da ANEEL irão discutem regras para específicas para mitigar os riscos

A área de Tecnologia Operacional (TO) da companhia, por enquanto, impõe maior resistência à migração por motivos de segurança, embora Alves defenda que a nuvem é um ambiente mais seguro. Em TI, a companhia tem atuado em soluções de tratamento analítico e avançado de dados baseadas em plataforma de Business Intelligence, Business Analytics. Outras soluções buscam maior automação a partir de inteligência artificial e robótica.

Já o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) decidiu no ano passado unir TI e TO. No futuro, a ideia é que 100% da operação da entidade aconteça na nuvem. Além disso, o Grupo Energisa tem entrado na digitalização por meio de grandes coletas de dados para auxiliar na tomada de decisão. Com isso, cerca de 82% dos atendimentos da companhia passaram a ser feitos nos canais digitais da empresa.

ANEEL BUSCA SUPORTE PARA DIGITALIZAÇÃO

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aposta que os sistemas no setor elétrico sejam, cada vez mais, interligados e operados de forma remota. “A grande maioria das instalações já é operada remotamente”, afirmou Sandoval de Araújo Feitosa Neto, diretor da Aneel.

Com sistemas mais interligados e, portanto, vulneráveis, Sandoval destacou problemas de cibersegurança. Nessa questão, a agência já fez análise de impacto regulatório. Amanhã irá discutir a abertura de uma consulta pública sobre rotinas operacionais contra ataques na rede. “A realidade do setor elétrico nós iremos mudar a questão é quando e como”, disse.

Sandoval comentou que a Agência tem estudado uma solução de armazenamento de energia elétrica para transferência de energia no litoral paulista. Além disso, o órgão também tem visualizado tarifas mais dinâmicas e adequadas para cada tipo de consumidor, tornando-os “mais livres”.

Fonte: Telesíntese

0 respostas

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *