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FAPERJ anuncia nova edição do Programa de Apoio à Inserção de Pesquisadores em Empresas

FAPERJ

Por Ascom Faperj

A FAPERJ lança nesta quinta-feira, 10 de junho, uma nova edição do Programa de Apoio à Inserção de Pesquisadores em Empresas, buscando repetir e ampliar os bons resultados obtidos na edição anterior do edital, realizado em 2019, quando foram aprovados 40 projetos e concedidas 50 bolsas.

O objetivo principal do programa é fomentar a inserção de mestres e doutores para executar projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&I) em Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) sediadas no Estado do Rio de Janeiro. Além de estimular a cultura de inovação nas MPMEs fluminenses e propiciar o desenvolvimento de produtos, processos e/ou serviços inovadores, o Programa também busca evidenciar as vantagens da participação de mestres e doutores de forma a gerar, em MPMEs, o interesse pela continuidade desses profissionais como agentes do processo de inovação, bem como criar vínculos entre ICTs e empresas e promover a inovação aberta.

O edital de 2021 possui algumas diferenças em relação ao anterior. Em primeiro lugar as próprias empresas passam a ser as proponentes, podendo solicitar até três bolsas, dependendo do escopo e complexidade do projeto. Após a aprovação do projeto e do perfil dos bolsistas, as empresas contempladas terão até 30 dias para indicar os candidatos às bolsas concedidas. Outra mudança se refere às modalidades de bolsa: na atual edição, serão quatro níveis, sendo dois de mestrado (ME1 e ME2) e dois de doutorado (DE1 e DE2). A diferença dos níveis se baseia na experiência do candidato em atividades de pesquisa, desenvolvimento ou inovação relacionadas a empresas. O nível 1 contempla mestres ou doutores com até três anos de experiência; já o nível 2 é voltado para candidatos com experiência superior a este tempo. O tempo de experiência será comprovado por meio do Currículo Lattes ou Curriculum Vitae e de declaração formal de orientador do mestrado ou doutorado, ou de documento oficial em papel timbrado, datado assinado e carimbado por um representante legal da(s) empresa(s) onde foi/foram executadas as atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.

A principal mudança em relação à edição anterior, contudo, é a criação de faixas específicas, destinadas a: empresas que nunca tiveram fomento com a FAPERJ (Faixa A); empresas que possuem fomentos com a FAPERJ já finalizados (Faixa B); e empresas que possuem fomentos da FAPERJ ativos e/ou aprovados, mesmo que ainda não tenham sido iniciados (Faixa C). Esta mudança visa atender a diferentes propósitos, dentre os quais, ampliar do universo de empresas atendidas pela FAPERJ, sobretudo de setores tradicionais; tornar a concorrência mais justa; e criar uma sinergia entre os instrumentos lançados pela Diretoria de Tecnologia.

Com estas mudanças o Programa foi ampliado e, na atual edição, conta com recursos da ordem de R$ 6,7 milhões, permitindo a inserção de até 120 pesquisadores em empresas. As empresas interessadas devem preparar um projeto de inovação descrevendo, dentre outras coisas, a solução a ser desenvolvida, o estágio atual de desenvolvimento tecnológico, o grau de inovação, o potencial de mercado e o impacto socioeconômico e/ou ambiental. Além disso, será necessário na submissão apresentar o plano de trabalho do(s) bolsista(s) solicitados, detalhando suas atividades e o perfil desejado (área, título e experiência).

Para o diretor de Tecnologia da FAPERJ, Maurício Guedes, o Programa faz parte do “Pilar Empreendedor” da Diretoria de Tecnologia da Fundação. “Junto a outros editais também horizontais, ou seja, sem área ou tema definido, esse programa compõe a chamada Trilha de Inovação, que é um conjunto de instrumentos criados pela Diretoria para apoiar empreendedores e empresas desde a ideação até a consolidação no mercado. Ao oferecer uma alternativa profissional para mestres e doutores, o edital busca corrigir uma falha estrutural do sistema de inovação nacional e do estado do Rio de Janeiro, ao mesmo tempo que tenta evitar a fuga de cérebros e incrementar a capacidade de inovação da economia fluminense”, diz.

A submissão de propostas online vai até 30/07/2021, exclusivamente pelo SisFaperj, no endereço eletrônico: https://sisfaperj.faperj.br/sisfaperj/

Confira a íntegra do edital: Programa de Apoio à Inserção de Pesquisadores em Empresas

Fonte: FAPERJ

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Enel, Leonardo e TIM se unem em projeto para cidades integradas

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Memorando foi assinado na Embaixada da Itália em Brasília

As empresas Enel X, Leonardo e TIM assinaram nesta quarta-feira (9), na Embaixada da Itália em Brasília, um memorando de entendimento para o desenvolvimento de soluções conjuntas voltadas a um modelo de cidade integrada, segura e resiliente.

O acordo de intenções une as filiais brasileiras das maiores empresas italianas dos setores de energia, aeroespacial e segurança e de telefonia.

Segundo o protocolo, as companhias fornecerão pacotes de iniciativas para campos como mobilidade urbana, conectividade, transformação digital, serviços financeiros e energia, oferecendo soluções para cidades conectadas, inclusive por meio de inteligência artificial.

Uma primeira experiência já está em curso em Maricá (RJ), com o objetivo de transformar o município em um “laboratório vivo” de tecnologias de ponta que possam contribuir para seu desenvolvimento sustentável.

Entre as possíveis aplicações para cidades inteligentes a partir da parceria está a implantação de tecnologias de segurança integradas a uma série de sensores, como para medição do clima e nível de poluição, além de sistemas de recarga pública para veículos elétricos.

Para empresas e edifícios públicos, o acordo prevê a disseminação do conceito de eficiência energética, por meio do desenvolvimento de soluções de engenharia, da oferta de energia renovável e do uso de plataformas de monitoramento em tempo real para climatização.

Anfitrião do evento, o embaixador da Itália no Brasil, Francesco Azzarello, disse que o memorando é “mais um exemplo das oportunidades” que os dois países “podem desenvolver conjuntamente, com base na força de suas respectivas experiências, em um setor na vanguarda da tecnologia mundial, a fim de melhorar a qualidade e a sustentabilidade da vida, bem como a segurança dos centros urbanos, investindo imediatamente no futuro das próximas gerações”.

A assinatura do acordo também contou com as presenças do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes; do secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Vitor Menezes; do governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro; e de outras autoridades político-parlamentares e federais, estaduais e municipais.

O memorando foi firmado por Nicola Cotugno, country manager da Enel Brasil; Francesco Moliterni, presidente da Leonardo do Brasil; e Pietro Labriola, CEO da TIM Brasil.

“Temos trabalhado para levar a experiência do cliente para o próximo nível, e isso inclui indústrias ansiosas por soluções conectadas. A TIM é líder em cobertura 4G no Brasil e estamos à frente dos projetos 5G mais inovadores. Essa parceria é mais um passo para a transformação digital do país. A inovação é fundamental para incentivar a mudança de que precisamos”, disse Labriola.

“Hoje é um dia importante, pois este acordo representa uma oportunidade única de capitalizar as habilidades de três empresas internacionais líderes que oferecem no Brasil um pacote integrado e completo de serviços em benefício dos cidadãos, promovendo o conceito de cidade inteligente, resiliente e segura”, reforçou Moliterni.

Por sua vez, o head da Enel X Brasil, Francisco Scroffa, ressaltou que um dos principais objetivos da empresa é “promover a descarbonização dos centros urbanos, oferecendo soluções que tornem as cidades mais digitais, sustentáveis e circulares, com benefícios para os cidadãos e para a sociedade”.

“A parceria com a TIM e a Leonardo fortalece a estratégia da Enel X no Brasil, ampliando sua capacidade de oferecer serviços e produtos inovadores aos seus clientes no mercado brasileiro de energia”, acrescentou.

Fonte: Época Negócios

 

COMPREENDA O COMPLIANCE

o que é COMPLIANCE

Nascido nos EUA, no FCPA (Foreign Corrupt Practices Act), legislação americana de 1977, em resposta a práticas de corrupção, com o significado de coibir qualquer tipo de pagamento, oferta ou promessa de pagamento, de valor monetário ou não, a cargos públicos com intuito de obter alguma vantagem indevida.

O conceito atravessou fronteiras e várias legislações foram sancionadas. No Brasil, a Lei 12.846/13 e seu decreto regulamentador de n.º 8420/15, estabeleceram normas orientadoras dos programas de integridade corporativa e penalizadoras das práticas lesivas à administração pública.

Compliance, como conceito incorporado à gestão das empresas, busca incentivar e monitorar o cumprimento de leis e regulamentos no ambiente de negócios, com o objetivo de evitar, identificar e tratar ocorrências de condutas antiéticas e atos ilícitos.

No Brasil o advento das investigações sobre esquemas de corrupção em grandes negócios, levou ao aceleramento de processos inibidores da má conduta, e, atualmente, grandes organizações, nacionais e internacionais de diversos setores, exigem regras de integridade e conduta de seus fornecedores.

A sociedade depende cada vez mais dos bens e serviços fornecidos pelas empresas, o que leva à inclusão do compliance no nível da governança corporativa, dos conselheiros e executivos da organização, haja vista a implicação entre acionistas, empresários, executivos, as empresas e seus colaboradores. Vale citar a norma ISO 37001:2016 que afirma que, além de seguir, é de responsabilidade da Alta Direção a implementação e conformidade do Sistema de Gestão Antissuborno.

A utilização da chamada due diligence (diligência prévia) para identificação preliminar de possíveis distorções, oriundas de práticas empresariais não acordadas, ilegais ou antiéticas, poderia ser relevante, vez que permitiria a priori identificá-las e minimizar eventuais riscos.

Para a implementação de uma política de compliance é recomendável que se atente às características do negócio e à cultura da organização, sob pena de não se obter o sucesso esperado nos segmentos envolvidos.

Para isso, a proposta da melhoria contínua pode ser utilizada, a partir de análise de riscos ligados à corrupção, lavagem de dinheiro, fraude, conflito de interesse, assédio, concorrência desleal, trabalho desumano, divulgação de dados não autorizados, violação de normas internas e leis vigentes, entre outros.

É que para desenvolvê-la é preciso monitorar riscos, identificar a quebra de protocolos e prever punições para aqueles que não seguem as orientações, internas e externas (Lei Anticorrupção).

Estabelecidos os papéis e responsabilidades, faz-se fundamental implicar a alta administração com os objetivos e critérios determinados, seja para alocar os recursos necessários, seja para apoiar e disseminar as políticas definidas.

O monitoramento constante permitirá perceber o grau de absorção pelos colaboradores das novas regras estabelecidas, com especial atenção aos que atuem diretamente em áreas mais sensíveis previamente mapeadas pela empresa. E, por consequência, entender se os processos instaurados fazem sentido no contexto da organização.

Finalmente, os ajustes e correções das eventuais falhas permitiriam seu aprimoramento continuo, razão de se prever seu reexame em períodos pré-definidos, além de sempre ser possível a revisão para atualizar sua adequação a novas legislações emergentes.

Outra questão fundamental é que todos os participantes do negócio conheçam essas regras estabelecidas, o que exige eventuais reciclagens de conhecimento e treinamento dos novos colaboradores.

Em resumo, incorporar um programa de compliance, significa para o mundo dos negócios, que a empresa se propõe a basear sua cultura em valores e princípios éticos, como orientadores de sua conduta, além de fundamentar sua missão social.

E mais, apontam para transparência e postura clara no que diz respeito aos objetivos e compromissos éticos da empresa, o que fortalece a legitimidade social de suas atividades, refletindo-se positivamente no conjunto de suas relações.

Rio de Janeiro, 23 de maio de 2020.

 

Por Paulo Sergio de Almeida Galvão, MSc

UM BRASILEIRO.

MARECHAL RONDON

Patrono das Comunicações no Brasil, a partir de 1889 integrou a Comissão Construtora de Linhas Telegráficas, com o objetivo de estendê-las entre o Rio e Cuiabá, passando por Uberaba e Goiás. Em 1899, chefiou a comissão destinada a estender as linhas telegráficas até Corumbá e às fronteiras com a Bolívia e o Paraguai. Em abril de 1891, foram inauguradas as novas estações telegráficas e em maio a comissão dava por findo seus trabalhos com 1.574 km de linhas instaladas.

Em 1906, recebeu ordem do presidente Afonso Pena, de ligar Cuiabá ao território do Acre, que fora recentemente incorporado ao país, para fechar o circuito telegráfico nacional.

Até 1917, a Comissão Rondon havia construído 2.270km de linhas telegráficas, no Mato Grosso mais de quatro mil e quinhentos quilômetros, instalado 28 estações que deram origem a povoados, realizado o levantamento geográfico de cinquenta mil km lineares de terras e de águas, determinado duzentas coordenadas geográficas e incluído doze rios no mapa do Brasil e corrigido o curso de vários outros.

Em 1919, já general de brigada, nomeado diretor de Engenharia do Exército, autorizou a construção de quarteis. Em 1927, concluiu a ligação telegráfica da Amazônia com o Rio de Janeiro e trabalhou na inspeção das fronteiras, por ordem ministerial.

Primeiro ambientalista e primeiro a respeitar os povos indígenas, antropólogo, pacifista, indigenista, etnólogo, linguista, engenheiro, sertanista, explorador dos trópicos, idealista, com façanhas inacreditáveis, um pequeno grande homem, brasileiro, descendente de índios, recatado e bravo, de enormes realizações, nascido há 156 anos, em 1865, em Mimoso, hoje Santo Antônio do Leverger, no Estado do Mato Grosso, neste mesmo 05 de maio, Cândido Mariano da Silva.

Em gratidão ao tio que o criou, obteve autorização para acrescentar o nome Rondon ao original, de seu pai, Cândido Mariano da Silva, que morreu sem conhecer o filho, e mãe Claudina Lucas Evangelista, neta de índios bororos. Homenagem maior não poderia ter sido, pois passou à posteridade com este nome que lhe fora incorporado, Rondon.

Em 1910, fomentou a criação do SPILTN – Serviço de Proteção aos Índios e Localização de Trabalhadores Nacionais, integrante do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, órgão público criado com o objetivo de prestar assistência à população indígena do Brasil, para quem criou o mote “morrer se preciso for, matar nunca”, o organizou e foi seu primeiro diretor.

Fiel ao seu lema, flechado pelo povo indígena nhambiquara, proibiu a reação de seus soldados. E quando, em outras ocasiões, homens foram flechados e morreram, no boletim da comissão louvava o falecido por ter aderido até o fim à filosofia de não violência; mesmo questionado por alguns militares.

Fez pesquisas sobre os povos indígenas, estabeleceu contato pacífico, lutou para que eles pudessem ter posse da sua terra tradicional. Combateu as forças econômicas e sociais que entravam ilegalmente nesse mundo, a partir da sua filosofia fundamental, de que o índio tem o direito de escolher o grau de acercamento que quer ou não com a sociedade brasileira. Afastar-se ou se integrar, deveria ser uma decisão soberana de cada povo indígena, no sentido de que o Estado não mandaria, apenas reconheceria a independência dos primeiros brasileiros.

Em 1913, o ex-presidente Roosevelt aceitou o convite do Brasil e da Argentina de vir à América do Sul realizar conferências e decidiu também que iria conhecer o Amazonas. Pensou uma expedição científica cuja finalidade seria estudar a fauna daquela região e recolher exemplares para o acervo do Museu de História Natural de Nova York. E, no Brasil, o então Coronel do Exército, Candido Rondon, foi designado para acompanhar a expedição, posto que há 20 anos já explorava a região.

Em 26 de abril de 1914, o grupo de 19 homens chegou à confluência de dois rios no coração da selva amazônica, após meses de uma sucessão de dificuldades e privações para realizar um feito notável: navegar e mapear um rio ainda desconhecido, chamado rio da Dúvida, porque seu curso e comprimento eram um mistério;  que nomeado, passou a ser o Rio Roosevelt.

Foi o primeiro a gravar músicas no campo indígena, com a colaboração do seu assistente Roquete Pinto. E o primeiro a filmar os ritos e o cotidiano desses povos, exibidos em 1915. E no âmbito acadêmico, não parece ser por acaso que Levis Strauss visitou na década de 1930 as mesmas aldeias que Rondon visitara 20 anos antes.

Fez mais de 20 expedições extensas, com muitos quilômetros viajados, durante sua longa carreira militar (1890 a 1930), uma vida épica, com grandes perigos, grandes desafios e grandes sacríficos. Rondon está entre os cinco exploradores do mundo que recebeu a Medalha Clube dos Exploradores e concomitantemente o título de membro honorário do Clube dos Exploradores de Nova York.

Recebeu 3 indicações ao Prêmio Nobel da Paz. Em 1925, a de Albert Einstein, que em seu diário conta que em todos os âmbitos no Brasil, havia sempre referências a Rondon, inclusive nas sociedades científicas do país. E ouviu Roquete Pinto, falar da sua obra no campo, dos objetos e ferramentas que doou para o Museu Nacional, bem como assistiu os filmes que a Comissão Rondon fizera.

Um homem reto, abnegado, idôneo, estadista, patriota verdadeiro, sacrificava-se muito pelo bem-estar do Brasil. Tinha valores claros: a tolerância, o humanismo e o respeito ao meio ambiente. E ajudou a construir o país moderno, fisicamente com suas estações e linhas telegráficas, colônias, pontes e estradas, e, no sentido simbólico, como construtor de instituições, principalmente programas de proteção aos índios, sendo o Parque Nacional do Xingu projeto de sua concepção.

Rondon empresta seu nome a ruas, aeroporto, museus, cidades e até a um estado, Rondônia, mas apesar disso e de ter referências nos manuais de história, ainda precisa ser mais bem conhecido em suas múltiplas facetas.

A preocupação com a conservação do meio ambiente, o respeito pelos conhecimentos de ordem teórica e prática que os índios cultivavam no trato e no aproveitamento dos bens presentes na natureza e a ânsia de ver uma nação mais justa e igualitária do ponto de vista social, infelizmente parece ter se perdido no tempo, apesar do modernismo de suas percepções.

E passados 63 anos, 03 meses e 16 dias de seu falecimento, em 19 de janeiro de 1958, nesta cidade do Rio de Janeiro, parece fundamental buscar inspiração no seu vigor, na sua resistência e em muitos de seus incríveis feitos como explorador, que lamentavelmente permanecem pouco conhecidos, para resgatar valores fundamentais à sociedade brasileira, como os que defendeu esse enorme brasileiro, “Civilizador dos Sertões”.

Rio de Janeiro, 05 de maio de 2021

 

Texto adaptado por Paulo Sergio de Almeida Galvão a partir das seguintes fontes:

 

Expedição científica Roosevelt-Rondon. Sérgio Luiz Augusto de Andrade de Almeida;

Marechal Rondon – Militar brasileiro. Dilva Frazão. e-biografia.

Marechal Rondon. Domingo Alzugaray;

Projeto Três Momentos da História das Telecomunicações no Brasil. Ethevaldo Siqueira. 1998.

Rondon. Uma biografia. De Larry Rohter / Ed. Objetiva;

Rondon, Candido Mariano da Silva. Darcy Ribeiro
―A obra indigenista de Rondon ― 1958; Cadernos de Cultura, do MEC.
― Os quatro princípios de Rondon ― 1958;

Rondon – Inventários do Brasil – 1900 – 1930. 2007

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Bosch antecipa abertura de fábrica de semicondutores que abastecerá o Brasil

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Em meio à maior crise de falta de semicondutores, que tem levado fábricas de veículos à paralisação no mundo todo, a Bosch antecipou em seis meses a inauguração de uma fábrica do componente na Alemanha, de onde abastecerá outras unidades do grupo, incluindo o Brasil. A solenidade de inauguração, nesta segunda-feira, 7, foi feita de forma online e teve a participação da primeira ministra alemã, Angela Merkel, confirmando assim a importância da produção local de chips, hoje dominada por países asiáticos, embora a Bosch seja a sexta maior fabricante global do componente.

O evento teve também visita virtual à fábrica, que recebeu € 1 bilhão em investimentos (cerca de R$ 6,1 bilhões), parte financiada pelo governo local e por instituições financeiras da União Europeia.

“É o maior investimento individual feito pela Bosch em todos os seus 130 anos de história”, disse o presidente mundial do grupo Volkmar Denner, que não divulgou a capacidade produtiva da nova unidade, a segunda na Alemanha.

De acordo com ele, a última fábrica desse componente havia sido inaugurada em 2010. O novo complexo iniciará a produção em julho, inicialmente com semicondutores para produtos eletrônicos. Em setembro entrará em operação a linha direcionada à indústria automobilística.

Serão gerados 700 empregos de alta qualidade. Paralelamente à inauguração, por falta de componentes, a Bosch está com sua unidade em Braga, Portugal, parada desde o dia 10 de maio, com retorno previsto para o dia 9, mas podendo ser prorrogado.

Denner afirmou que o novo projeto “vai contribuir para aliviar a situação e reduzir a pressão”, mas admitiu que a falta global de chips deve continuar até 2022. “Ainda vamos enfrentar meses difíceis no segundo semestre”, comentou.

No Brasil, duas fábricas da Volkswagen, em Taubaté (SP) e em São José dos Pinhais (PR), suspenderam a produção a partir desta segunda-feira por falta do componente para os automóveis Gol, Voyage, Fox e T-Cross, fabricados nessas unidades. A paralisação deve durar dez dias, período em que os cerca de 4 mil funcionários de ambas as plantas ficarão em férias coletivas.

A General Motors vai suspender a produção da unidade de São Caetano do Sul (SP) por seis semanas a partir do dia 21, e aproveitará para também adequar a linha de montagem para o início da produção de uma nova picape.

A fábrica do grupo em Gravataí (RS) está parada desde abril e só deve retomar as operações em meados de agosto. A unidade produz o Onix, modelo mais vendido da marca. Antes do problema de abastecimento, o compacto liderava as vendas totais de carros no País há vários anos.

A Nissan, por sua vez, informou que deve interromper as atividades em Resende (RJ) por cinco dias pelo mesmo motivo.

No início do mês passado, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) já havia alertado que as próximas semanas devem ser as mais complicados em termos de abastecimento de semicondutores e que novas paradas de produção deveriam ser necessárias, assim como ocorreu no início do ano, quando pelo menos metade das montadoras tiveram de desligar as máquinas.

Fonte: Isto É

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American Tower anuncia parceria com a PUC-Rio com foco no agronegócio

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Ideia é desenvolver soluções para agricultura de precisão e aumento da produtividade no campo.

A empresa de infraestrutura American Tower anunciou uma parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) com o objetivo de implementar projetos de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês), aplicados principalmente no agronegócio.

Seguindo o exemplo do projeto “Campo Conectado”, desenvolvido pela PUC-Rio e outros parceiros, o objetivo é ampliar o uso de soluções IoT no ambiente rural, de forma que promova o aumento sustentável da produtividade.

A ideia é utilizar dispositivos inteligentes, como micro estações climáticas e sensores de solo, que coletam dados das variáveis de clima e solo e as envia diretamente pela internet para auxiliar o agricultor na tomada de decisões ou na automação do sistema de irrigação.

Um projeto-piloto já está sendo desenvolvido pela instituição de ensino na Fazenda Macuco, localizada na cidade de Santiago do Norte, em Paranatinga, no estado de Mato Grosso.

Lá, estão sendo testadas tecnologias para agricultura de precisão e irrigação com taxas variáveis.

A parceria com a American Tower surgiu a partir da dificuldade da PUC-Rio em conectar objetos em um local tão remoto.

Dentro do acordo, a empresa de infraestrutura instalou na Fazenda Macuco uma antena autônoma (do tipo LoRaWAN), que é alimentada com energia solar e com transmissão da internet via satélite.

A tecnologia permite atingir um raio de cobertura de mais de 10 km com uma única estação.

“Ao propor essa cobertura estendida por meio da estação autônoma, além de trabalhar com energia limpa, provida por placas solares, a conectividade de backhaul, via satélite, permite que a solução seja implementada em áreas remotas, onde não existem outras formas de comunicação com a internet, como acesso à fibra ótica ou até mesmo comunicação por redes móveis”, explica Daniel Laper, diretor de novos negócios e IoT da American Tower.

“A parceria com a American Tower neste projeto de Internet das Coisas (IoT) é de grande importância, habilitando a cobertura necessária para possibilitar a comunicação de dados de sensores, atuadores e outros equipamentos. O uso da infraestrutura de rede LoRaWAN da American Tower permitirá introduzir soluções e aplicações de monitoramento de dispositivos sensores em finalidades diversas nesse piloto. Permitirá ainda observar a atuação em termos de configurações de dados e oportunidades de transmissão, de integração na rede, gerência de operação, de segurança de acesso lógico e acesso físico”, conclui Marlene Sabino Pontes, coordenadora do projeto Campo Conectado pela PUC-Rio.

Fonte: Minha Operadora

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Gesac bate marca de 14 mil pontos conectados

Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC) da Telebras
Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC) da Telebras

Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC) da Telebras

 

O programa Gesac, também chamado de WIFi Brasil, agora chegou à marca de 14 mil pontos instalados, segundo o presidente da Telebras, Jarbas Valente. O executivo anunciou a marca durante reunião da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) nesta segunda-feira, 31. Comparativamente, no início deste mês, o Ministério das Comunicações falava em 13 mil pontos.

Desse total, 9.917 são pontos de escolas públicas, o que cobriria 2,640 milhões de estudantes, ao custo de R$ 2,62 por mês por aluno conectado. Além disso, há 716 unidades de saúde; 559 de segurança pública; 209 do pelotão de fronteiras; 286 comunidades quilombolas e indígenas; 215 telecentros comunitários; 179 locais de agricultura familiar e agronegócio; e 311 associações e cooperativas.

Ainda de acordo com Valente, o total de ativações neste ano, até esta segunda-feira, foi de 866 pontos. Nos anos anteriores, foram 11.028 pontos em 2019; e 1.935 em 2020.

Seja Gesac ou WiFi Brasil, o programa do governo utiliza a capacidade em banda Ka do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação (SGDC), da Telebras. De acordo com Jarbas Valente durante a audiência, a companhia está preparada para um ritmo de 2 mil ativações por mês, mas no ano passado houve um impacto forte da pandemia. No entanto, ele não mencionou se já há novos pontos por meio de parcerias público-privadas, como a do Banco do Brasil e Sebrae.

Fonte: Teletime

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Cabo submarino que liga Brasil à Europa começa a operar em junho

Cabo submarino que liga Brasil à Europa começa a operar em junho

Cabo que liga Fortaleza (CE) a cidade portuguesa de Sines vai impulsionar integração digital entre América do Sul e Europa

Cabo submarino que liga Brasil à Europa começa a operar em junho

Neila Rocha (SEAPC/MCTI)

O primeiro cabo submarino de alta capacidade que liga diretamente Brasil e Europa vai entrar em operação a partir do mês de junho. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, astronauta Marcos Pontes, participa, na próxima terça-feira (1º), em Portugal, da cerimônia que marca o início da operação do cabo. O projeto da empresa EllaLink conta apoio da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), organização social supervisionada pelo MCTI.

Os detalhes sobre o cabo submarino Brasil-Europa foram apresentados ao secretário-executivo do MCTI, Sergio Freitas, nesta quinta-feira (27), pelo consultor da EllaLink, Marcelo Rehder. O cabo submarino terá 6 mil quilômetros de extensão, conectando diretamente a cidade de Fortaleza (Brasil), a Sines (Portugal), sem a necessidade dos dados passarem pelos Estados Unidos.

A conexão do cabo submarino vai potencializar as oportunidades de pesquisa e educação na América Latina e Europa pelas próximas décadas. Parte da capacidade do cabo submarino será utilizada pelo consórcio Building the Europe Link with Latin America (BELLA), projeto de interconexão acadêmica que reúne diversas instituições de pesquisa de países da Europa e da América Latina, entre elas a RNP. A conectividade do cabo vai permitir que pesquisadores brasileiros acessem equipamentos científicos na Europa e vice-versa.

Latência

Para Marcelo Rehder, um dos principais diferenciais do cabo será a redução em 50% da latência, que é o tempo que um pacote de dados leva para ir de um ponto a outro. O projeto do cabo submarino começou a ser pensado em 2013 e o processo de construção teve início em 2018. O cabo tem 6 mil quilômetros de extensão e mais de 100 Tbps de capacidade no trecho principal.

No Brasil, a partir de Fortaleza o cabo terá ramificações por via terrestre para o Rio de Janeiro e São Paulo. De Sines, em Portugal, será interligado a data centers de Lisboa, Madri, na Espanha e Marselha, na França.

 

Fonte: MCTI

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Anatel libera equipamentos da Starlink, internet via satélite de Elon Musk

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Equipamento da Starlink que pode transmitir até 4 Gb/s recebe certificação da Anatel; empresa venderá internet via satélite

Starlink ainda não chegou ao Brasil, mas a companhia de internet da SpaceX se prepara para entrar no mercado nacional. A Anatel homologou duas antenas de satélite que ficarão instaladas nas estações terrestres do provedor, que deve chegar ao país em fase de testes até o final do ano.

Antena para base terrestre da Starlink é homologada na Anatel (Imagem: darkpenguin22/Reddit)

Antena para base terrestre da Starlink é homologada na Anatel (Imagem: darkpenguin22/Reddit)

A Anatel certificou duas versões da antena Gateway V3, com diferença apenas na frequência de operação. O equipamento foi classificado como transceptor para estação terrena, utilizado para aplicação de serviço de comunicação por satélite. A solicitação de homologação foi feita pela Starlink Brazil Serviços de Internet Ltda.

No certificado, é possível descobrir que a antena opera na banda Ku e tem capacidade para transmissão com velocidades de até 4 Gb/s. O equipamento é fabricado pela SpaceX nos Estados Unidos e possui modem integrado.

Selo da Anatel na antena Starlink Gateway V3 (Imagem: Reprodução/Anatel)

Selo da Anatel na antena Starlink Gateway V3 (Imagem: Reprodução/Anatel)

Starlink ainda precisa obter autorizações na Anatel

A certificação do equipamento para a base terrestre é um dos primeiros passos para a chegada da Starlink no Brasil, mas a empresa ainda precisa pedir a homologação da antena que ficará instalada nas casas dos clientes de banda larga.

A Starlink também solicitou à Anatel o direito para explorar satélites estrangeiros no Brasil. Caso a autorização seja concedida, a empresa também precisa obter uma licença de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), exigida para todos os provedores de internet.

A companhia de Elon Musk afirma que terá cobertura de banda larga via satélite no Brasil até o final de 2021 e abriu um cadastro para interessados em participar da fase beta. Quem quiser se arriscar deverá pagar uma taxa de US$ 99 logo no registro, além de comprar o kit da antena e roteador que custa US$ 499.

A princípio, a SpaceX divulga que a banda larga Starlink deve atingir velocidades de 50 Mb/s a 150 Mb/s, com ping variando entre 20 ms a 40 ms e sem franquia de uso.

Colaborou: Everton Favretto

 

Fonte: Tecnoblog

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Anunciadas as primeiras empresas que farão lançamentos não governamentais a partir do espaçoporto de Alcântara

Anunciadas as primeiras empresas que farão lançamentos não governamentais a partir do espaçoporto de Alcântara

Durante a cerimônia, organizada pelo Comando da Aeronáutica, o presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Moura, destacou esse momento histórico para o Programa Espacial Brasileiro

Agência Espacial Brasileira (AEB), autarquia pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), anunciou, em conjunto com  Força Aérea Brasileira (FAB), responsável pelo Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no estado do Maranhão, as empresas selecionadas para realizar lançamentos de veículos espaciais não governamentais orbitais e suborbitais.  O anúncio ocorreu durante evento organizado pela Força Aérea Brasileira (FAB), na quarta-feira (28), na Base Aérea de Brasília.

O presidente da AEB, Carlos Moura, que participou da entrega de registro simbólico aos representantes das empresas selecionadas, juntamente com o chefe do Estado-Maior da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Marcelo Kanitz Damasceno, destacou a importância do momento para o Programa Espacial Brasileiro. “Após a ratificação do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas pelo Congresso Nacional, este é mais um grande passo histórico para o desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro, com o objetivo de tornar o espaçoporto de Alcântara uma referência internacional, para lançamentos de vários países”, explicou.

Neste primeiro momento, três empresas americanas (Hyperion, Orion AST e Virgin Orbit) e uma canadense (C6 Launch) seguem para a fase de negociação contratual junto à Aeronáutica. O edital de chamamento público foi lançado em maio de 2020 pela Agência Espacial Brasileira e a FAB.  Um segundo chamamento público (clique aqui para acessar), referente à utilização de outra área dentro do CLA, está em andamento desde o último dia 16 de abril.

A solenidade contou com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, ministros, parlamentares e embaixadores. Em seu discurso, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, astronauta Marcos Pontes, destacou a importância do espaçoporto de Alcântara para o desenvolvimento do município maranhense, além das ações de governo voltadas à região, tais como a entrega de títulos de propriedade para comunidades que vivem próximas ao Centro de Lançamento e os avanços até aqui no setor espacial brasileiro. “Esse é um momento ímpar de alinhamento entre todos os setores para o desenvolvimento do nosso programa espacial. Muita coisa ainda vem aí. Nós lançamos, desde 2019, quatro satélites brasileiros e temos feito parcerias internacionais, como o programa Artemis, dos Estados Unidos”, declarou.

O comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Baptista Júnior, lembrou a trajetória do Programa Espacial Brasileiro e as novas tecnologias que atraem investidores para o setor espacial. “A miniaturização de satélites, a incorporação de soluções inovadoras, ampliação de serviços e presença cada vez mais marcante da iniciativa privada fazem o newspace se avizinhar como a nova fronteira da exploração do espaço. Observa-se, hoje, um crescente interesse pela atividade, que demonstra a confiança do investidor no futuro do setor, tão presente em soluções, em produtos e serviços para a vida cotidiana”, disse.

O evento também lembrou a importância da aprovação, pelo Congresso Nacional, do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) com os Estados Unidos. O AST autoriza que equipamentos contendo componentes americanos, o que significa cerca de 80% do mercado, sejam lançados do Brasil, uma vez que nosso país garante a proteção de suas tecnologias.

Centro Espacial de Alcântara

O Centro Espacial de Alcântara (CEA) é considerado a “janela brasileira para o espaço”. Para fins de exploração espacial, o Centro, composto pelas instalações em Alcântara (CLA) e em Natal (Centro de Lançamento da Barreira do Inferno – CLBI), tem condições de prover diversa gama de serviços, desde o suporte logístico, passando pela integração e testes de cargas úteis e dos veículos lançadores, até o lançamento e rastreio dos objetos espaciais propriamente dito. Diversos serviços associados garantem a segurança e a confiabilidade do lançamento, tais como previsão meteorológica, rastreio por radar e telemetria, registros e análise de dados, monitoramento do espectro eletromagnético, entre outros.

Em termos comparativos, a região de Alcântara possui características singulares, entre as quais: a localização privilegiada dos sítios disponíveis, a 2º18’ ao sul da Linha do Equador, e a proximidade do mar, o que possibilita lançamentos em amplo leque de órbitas, das polares às equatoriais, com livre evolução sobre áreas desabitadas; ambiente meteorológico e sísmico favorável; baixa densidade de tráfego aéreo; condições ideais para lançamentos de pronta resposta (responsive launches); suporte logístico de uma grande cidade nas proximidade, São Luís.

Sobre a AEB

A Agência Espacial Brasileira, órgão central do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE), é uma autarquia vinculada ao MCTI, responsável por formular, coordenar e executar a Política Espacial Brasileira.

Desde a sua criação, em 10 de fevereiro de 1994, a Agência trabalha para viabilizar os esforços do Estado Brasileiro na promoção do bem-estar da sociedade, por meio do emprego soberano do setor espacial.

Coordenação de Comunicação Social – CCS

 

*Com informações do COMAER e do MCTI

Fonte: Angência Espacial Brasileira