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CBMM investe em startup para acelerar negócios em baterias

Revista Controle & Instrumentação
A CBMM liderou a primeira rodada de investimentos na @Echion Technologies , empresa britânica que desenvolve materiais avançados para baterias de íons de lítio. O aporte, realizado em conjunto com o fundo de investimento BGF somou R$ 72 milhões de reais e é mais uma iniciativa da companhia para consolidar sua liderança no desenvolvimento de tecnologias aplicadas para materiais de baterias com óxido de nióbio, o que deve revolucionar o setor de mobilidade elétrica em todo o mundo.
“Este investimento faz parte da nossa estratégia de acelerar tecnologias inovadoras. Pretendemos avançar ainda mais em direção à mobilidade sustentável, oferecendo baterias de carregamento ultrarrápido, que possuam maior estabilidade e vida útil. Estamos otimistas e acreditamos que esses novos produtos já estarão disponíveis no próximo ano”, explica Rodrigo Amado, Gerente de Estratégia e Novos Negócios da CBMM.
Juntas, CBMM e Echion pretendem desenvolver produtos com uma combinação única de capacidade de carregamento rápido, economia e alta densidade de energia, características essenciais para a transição energética mundial, ou seja, em sinergia com as tendências de descarbonização e de fomento à eletrificação.
Com esse investimento, a empresa britânica ampliará a produção desses novos materiais, que já foram avaliados e aprovados pelos principais fornecedores de células de baterias do mundo, aumentando sua capacidade de atendimento à crescente demanda para testes pré-produção. Os recursos também serão destinados ao fortalecimento do suporte ao cliente, para as operações comerciais e de P&D. “Estamos muito empolgados para iniciar a próxima etapa em nossa jornada e levar os produtos com óxido de nióbio ao mercado. Esperamos criar valor para nossos parceiros e contribuir para tornar as baterias de carregamento ultrarrápido uma realidade”, comenta Jean de La Verpilliere, CEO da Echion.
A CBMM acredita que o mercado de baterias elétricas se desenvolva significativamente nos próximos anos. Atualmente, a companhia conta com mais de 40 projetos com universidades, centros de pesquisa e empresas de todo o mundo, visando a aplicação de novas tecnologias com nióbio para este segmento. “Apenas este ano, vamos investir R$ 60 milhões em nosso Programa de Baterias, um aumento de cerca de 60% sobre os R$ 37 milhões aportados em 2020. Queremos elevar o protagonismo do nióbio neste setor”, destaca Amado.
A CBMM investiu R$ 14 milhões em uma nova planta-piloto para o desenvolvimento de tecnologias de nióbio para baterias elétricas. O novo espaço será inaugurado ainda este ano e fará parte do complexo industrial da companhia, localizado no município de Araxá, em Minas Gerais.
Atualmente em 150 mil toneladas, a capacidade de produção da empresa deve chegar a 210 mil toneladas de nióbio até final de 2026: a CBMM está preparando um novo ciclo de investimentos na sua operação e deve investir R$ 7 bilhões a partir do ano que vem.
Fonte: Revista Controle & Instrumentação
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Wi-Fi Brasil: mais de 14 mil pontos de internet já foram entregues à população

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A maior parte, 79%, foram instalados em municípios das regiões Norte e Nordeste, contribuindo para o fomento da educação e do desenvolvimento socioeconômico em comunidades com baixo índice de conectividade

Na comunidade indígena Taxi, em Pacaraima/RR, ficou mais simples encontrar informações e acessar serviços essenciais, tornou-se mais fácil estudar e manter contato com amigos e familiares distantes. O ponto gratuito de internet do Wi-Fi Brasil, recém-instalado na Escola Estadual Indígena Madre Conceição Dias, é um dos 14 mil entregues pelo programa, beneficiando quase 9 milhões de pessoas em 3 mil municípios, sendo 79% (11.039) nas regiões Norte e Nordeste. O Ministério das Comunicações (MCom) alcançou a marca neste mês de agosto.

Nas cidades onde o programa já funciona é implementado ponto de inclusão digital e social, que assegura a conexão gratuita e de alta velocidade para quem mais precisa. A ativação do Wi-Fi Brasil nas localidades permite que moradores se conectem com mais pessoas, naveguem por uma rede sem fim de conhecimentos e explorem ferramentas digitais disponíveis na palma da mão.

“Levar internet para uma localidade com pouca ou nenhuma conexão, é também levar um serviço essencial para a população”, justifica o ministro Fábio Faria. “Quando o MCom coloca essa antena em uma comunidade, a partir daquele momento, as pessoas passam a contar com acesso à internet gratuito e ilimitado, para o resto da vida”, afirma.

Por padrão, as instalações são feitas em regiões com baixa conectividade. Mas em quatro estados da região Norte, por exemplo (Acre, Amapá, Amazonas e Roraima), o Wi-Fi Brasil está presente em todos os municípios. Foram beneficiadas pela conexão via satélite, com alta velocidade, mais de 10 mil escolas, sendo 91% delas situada na zona rural. Além dos estabelecimentos de ensino, mais 749 unidades de saúde e outros diversos espaços públicos, acessíveis a todas as pessoas da localidade, contam com conexão de internet.

Desenvolvido pelo MCom, o programa é realizado com a parceria operacional da Telebras. A meta é levar internet a 15 milhões de brasileiros até o final de 2021. Em locais onde outras formas de conexão não chegam, lá está uma antena do Wi-Fi Brasil, promovendo inclusão.

Internet banda larga — O programa do MCom tem duas modalidades. Uma delas instala antenas e roteadores em locais específicos, como escolas, assentamentos rurais, Unidades Básicas de Saúde (UBS), comunidades indígenas ou quilombolas e telecentros comunitários. Cada região, por conta de suas características específicas, pode ter mais ou menos pontos de inclusão em locais diferenciados, como postos de fronteiras ou centros de Referência da Assistência Social (CRAS).

A outra modalidade do Wi-Fi Brasil disponibiliza uma antena em praça pública, com acesso livre e gratuito ao público em geral. São todos pontos de acesso à internet que geram velocidades de conexão que variam entre 10 e 20 megabites por segundo.

As antenas recebem o sinal enviado pelo Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), um equipamento brasileiro que fica na órbita da Terra a 36 mil quilômetros de distância. O SGDC foi posto em órbita há quatro anos, sendo o único satélite brasileiro com capacidade de fornecer conexão de internet banda larga de alta velocidade em qualquer parte do território nacional.

Fonte: Ministério das Comuicações

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Câmara do Rio de Janeiro aprova nova lei municipal das antenas

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A Câmara Municipal do Rio de Janeiro aprovou nesta quinta-feira, 2, o projeto de lei complementar Nº 19/2021, que muda as regras para instalação e compartilhamento de antenas no município.

O texto aprovado teve 42 votos favoráveis e três abstenções em sua segunda votação. Na prática, o Rio de Janeiro se torna a primeira capital brasileira a alterar as regras para antenas após o decreto 10.480, que regulamentou a Lei das Antenas federal.

O PLC teve como base a minuta padrão elaborada pela Anatel para alinhamento de leis municipais de instalação de antenas com a legislação federal. No estado do Rio de Janeiro, o modelo se tornou anexo da Lei Estadual nº 9.151/2020, que norteia a revisão nas cidades.

Veja alguns dos principais pontos aprovados na capital fluminense:

  • silêncio positivo de 30 dias; em caso de falta de resposta a solicitações de alvará neste prazo, a empresa fica permitida a instalar a estrutura;
  • dispensa de licenciamento para estações de pequeno porte, móveis e indoor;
  • prazo de 180 dias para solicitação de alvará no caso de antenas irregulares; após isso, prazo de dois anos para adequação;
  • a possibilidade de instalação de antenas em área sem regularização fundiária;
  • a obrigatoriedade de compartilhamento da capacidade excedente em torres, exceto quando houver justificado motivo técnico.

Em sessão plenária que aprovou a matéria, quatro emendas de vereadores foram incorporadas. Uma delas foi proposta pela liderança do governo carioca e mudou artigo que previa outorga não onerosa para instalação em bens públicos de qualquer tipo.

O texto aprovado não incluiu um valor de contraprestação, mas condicionou a instalação neste caso a termo de concessão ou permissão de uso outorgado pela Prefeitura. Cabe lembrar que a lei federal proíbe a cobrança pela instalação em vias públicas e outros bens públicos de uso comum, o que não engloba bens de uso especial.

 

Fonte: Teletime

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SETOR ENERGÉTICO PASSA POR DIGITALIZAÇÃO E MIGRAÇÃO PARA A NUVEM

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Para regular a questão de cibresegurança em ambientes cada vez mais interligados, os diretores da ANEEL irão discutem regras para específicas para mitigar os riscos

A área de Tecnologia Operacional (TO) da companhia, por enquanto, impõe maior resistência à migração por motivos de segurança, embora Alves defenda que a nuvem é um ambiente mais seguro. Em TI, a companhia tem atuado em soluções de tratamento analítico e avançado de dados baseadas em plataforma de Business Intelligence, Business Analytics. Outras soluções buscam maior automação a partir de inteligência artificial e robótica.

Já o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) decidiu no ano passado unir TI e TO. No futuro, a ideia é que 100% da operação da entidade aconteça na nuvem. Além disso, o Grupo Energisa tem entrado na digitalização por meio de grandes coletas de dados para auxiliar na tomada de decisão. Com isso, cerca de 82% dos atendimentos da companhia passaram a ser feitos nos canais digitais da empresa.

ANEEL BUSCA SUPORTE PARA DIGITALIZAÇÃO

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aposta que os sistemas no setor elétrico sejam, cada vez mais, interligados e operados de forma remota. “A grande maioria das instalações já é operada remotamente”, afirmou Sandoval de Araújo Feitosa Neto, diretor da Aneel.

Com sistemas mais interligados e, portanto, vulneráveis, Sandoval destacou problemas de cibersegurança. Nessa questão, a agência já fez análise de impacto regulatório. Amanhã irá discutir a abertura de uma consulta pública sobre rotinas operacionais contra ataques na rede. “A realidade do setor elétrico nós iremos mudar a questão é quando e como”, disse.

Sandoval comentou que a Agência tem estudado uma solução de armazenamento de energia elétrica para transferência de energia no litoral paulista. Além disso, o órgão também tem visualizado tarifas mais dinâmicas e adequadas para cada tipo de consumidor, tornando-os “mais livres”.

Fonte: Telesíntese

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Decreto presidencial simplifica processos para os serviços de rádio e TV

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Um novo passo para a desburocratização de processos no setor de radiodifusão foi dado pelo Governo Federal, com a publicação de decreto que regulamenta as alterações promovidas pela Lei 14.173/21 e promove medidas que simplificam a transferência e renovação de outorgas para emissoras. O texto ainda traz regras novas que ampliam a transmissão de conteúdo jornalístico local em rádios e TVs na Amazônia Legal. A medida foi publicada nesta terça (24/8), no Diário Oficial da União.

Estão previstas no decreto providências para facilitar a renovação e obtenção de outorgas. “A flexibilização de exigências para o setor é fundamental para que emissoras tenham mais agilidade e melhores condições para prestar um serviço de qualidade à população”, defendeu o ministro das Comunicações, Fábio Faria. Com o novo regramento, parte da documentação antes exigida não será será mais obrigatória. A mudança beneficia os radiodifusores e garante mais celeridade aos processos. “São medidas que fortalecem a radiodifusão e fomentam novos investimentos”, afirmou.

Mais notícias na Amazônia Legal — O texto também incentiva a produção de conteúdo por emissoras de rádio e TV que executam serviço de retransmissão na Amazônia Legal. Atualmente, as entidades podem fazer inserções em 15% de programação local. Com a regulamentação, é permitida a inserção de até três horas diárias de conteúdo jornalístico e noticioso local.

Além disso, o decreto prorroga o prazo de licenciamento para emissoras de rádio e TV. Devido às limitações impostas pela pandemia de Covid-19, a data limite para que radiodifusores solicitem o licenciamento junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) passa a ser 31 de dezembro de 2022.

Outro item do decreto contempla emissoras localizadas no limite entre municípios. De acordo com o texto, uma entidade poderá, quando interessada, ampliar o sinal para transmitir a programação em áreas diferentes daquela que originalmente obteve a outorga. Contudo, a ampliação de cobertura implicará em pagamentos adicionais.

Fonte: Ascom/ Ministério das Comunicações

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Diretor de Inovação da ABTELECOM recebe certificado do Programa Inova Maranhão

programa inova maranhao
Profile photo of Rogerio Moreira Lima Silva

Rogerio Moreira Lima Silva

O Diretor Regional do Maranhão e de Inovação da ABTELECOM (do Maranhão), Rogério Moreira Lima Silva, recebe certificado como Embaixador do Eixo Universidade do Programa Inova Maranhão.

O Programa Inova Maranhão é uma política pública que visa estimular práticas de inovação, de empreendedorismo e
de uso e desenvolvimento de tecnologias no Maranhão, sendo composto pelos eixos Univesidades, Educação, Ecossistema e Empresas.

Rogério Moreira é professor da Graduação e do Mestrado em Engenharia da Computação, Ensino, Pesquisa e Extensão na área de Telecomunicações da Universidade Estadual do Maranhão, e desde 2012 atua como Diretor Regional da ABTELECOM no Maranhão, visando criar laços de parcerias e projetos de relacionamentos comuns entre Universidades e Empresas.

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Broadcom, Cisco e Facebook reúnem grupo de software sob o TIP para expandir em 6 GHz Wi-Fi

6 GHz Wi-Fi

Broadcom, Cisco e Facebook anunciaram a criação do Grupo de Software Open Automated Frequency Coordination (Open AFC) dentro do Telecom Infra Project (TIP) para acelerar a comercialização de dispositivos Wi-Fi de 6 GHz.

O objetivo do grupo de projeto é desenvolver um software de código aberto de referência comum para um sistema AFC. O AFC será usado por dispositivos não licenciados na banda de 6 GHz recentemente disponível para operar em ambientes externos e maior alcance interno, garantindo a proteção dos serviços existentes.

Os EUA, UE, Canadá e Brasil, entre outros, aprovaram ou estão finalizando a aprovação do uso do espectro não licenciado de 6 GHz, abrindo uma enorme largura de banda para serviços wi-fi.

As operações de energia externa padrão serão uma parte fundamental da proposta de valor do Wi-Fi de 6 GHz e são críticas para permitir uma banda larga sem fio mais acessível para o acesso do consumidor.

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Selo de qualidade da Anatel sai em 2023

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A Anatel começará a divulgar o novo “selo de qualidade” de serviços de telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura para as grandes operadoras com poder de mercado significativo (Claro, Vivo, TIM, Oi e Sky) apenas em 2023. Segundo comunicado da agência nesta sexta-feira, 6, isso acontecerá com a coleta e envio de indicadores, prevista para iniciar em janeiro de 2022.

Aprovadas pela Resolução nº 717/2019, as novas regras são opcionais para os provedores pequenos e regionais, mas a agência acredita que podem ser uma “oportunidade para que a qualidade dos serviços destas empresas tenha maior visibilidade no mercado em que atuam, incentivando, assim, maior competitividade no setor”.

Com esse selo, a agência espera mudar o modo de regulação de comando e controle para uma regulação responsiva. A expectativa da Anatel é que a “dinâmica de selos e competição trará incentivos à melhoria contínua da qualidade dos serviços”.

 

Com informações de Teletime

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Ministros de Tecnologia do G20 aprovam declaração para aceleração da transformação digital da economia e dos governos

Ministros de Tecnologia do G20 aprovam declaração para aceleração da transformação digital da economia e dos governos

Em reunião Ministerial do G20 sobre digitalização, realizada no dia 5 de agosto,  em Trieste na Itália, ministros assinaram uma declaração conjunta em que identificam 12 ações para acelerar a transformação digital da economia e governos.

Com base nas realizações e compromissos de presidências anteriores e reconhecendo o impacto da crise Covid-19 na economia, no emprego e no bem-estar das sociedades, os Ministros reconheceram sua responsabilidade de trabalhar juntos para aumentar os efeitos positivos gerais da digitalização, com base objetivos comuns e convergentes em princípios de ação como forma de acelerar a transformação digital e refletir sobre como colher seus benefícios, enfrentando os desafios que se avizinham.

Os membros do G20 assinaram uma declaração que identifica 12 ações para acelerar a transição digital:

  1. Transformação Digital na Produção para o Crescimento Sustentável. Os ministros comprometem-se a alavancar a digitalização para uma recuperação económica que pretende ser resiliente, forte, sustentável e inclusiva, nas três dimensões de “pessoas, planeta e prosperidade”, sem deixar ninguém para trás. Os Ministros reconhecem que as empresas têm de estar preparadas para o “novo normal” e para futuras mudanças tecnológicas, a fim de fazer face aos desafios futuros para uma economia sustentável, aberta, partilhada e mais inovadora. Eles reconhecem que há uma necessidade de aumentar os esforços no desenvolvimento de uma abordagem centrada no ser humano para a economia digital que também leve em consideração as necessidades e a perspectiva dos grupos tradicionalmente vulneráveis. Os Ministros, portanto, se comprometem a tomar medidas para fortalecer as políticas industriais e a cooperação internacional para a transformação digital da produção para o crescimento sustentável, de forma benéfica para todos.
  2. Aproveitando a Inteligência Artificial Confiável para a Inclusão de MPME e Promoção de Startups. Os ministros reafirmam sua disposição para implementar Inteligência Artificial (IA) confiável. Eles reconhecem a necessidade de reforçar os recursos de IA das MPMEs, incluindo sua capacidade de usar dados, acessar financiamento, compartilhar oportunidades e construir uma força de trabalho talentosa e qualificada.
  3. Medição, prática e impacto da economia digital. Para apoiar um diálogo inclusivo e com várias partes interessadas sobre a medição, os Ministros afirmam que o Roteiro para 2020 pode ajudar a garantir que a medição da economia digital continue sendo uma prioridade nos países do G20 e nas Organizações Internacionais, e que recursos adequados sejam dedicados à sua implementação. Eles valorizam a contribuição do compartilhamento de boas práticas, também em relação ao monitoramento dos desenvolvimentos da economia digital para além do próprio G20, especialmente no que diz respeito à medição da IA e do fosso digital de gênero.
  4. Conscientização e proteção do consumidor na economia digital global. Os Ministros se comprometem a tomar medidas para aumentar a conscientização, educar e apoiar os consumidores, inclusive por meio de programas de alfabetização digital, com o objetivo de prevenir o prejuízo dos consumidores e garantir a proteção do consumidor em relação à qualidade e segurança dos produtos, privacidade e proteção de dados pessoais e práticas comerciais desleais, com consideração especial para os consumidores vulneráveis. Eles também enfatizam a necessidade de promover uma cooperação internacional mais forte, inclusive entre as autoridades de proteção ao consumidor. Além disso, a Presidência abriu o diálogo sobre tecnologias de razão distribuída, como blockchain, e produziu um Relatório do G20 sobre Blockchain em Cadeias de Valor Globais para aumentar o conhecimento sobre transparência e responsabilidade de produtos para o benefício dos consumidores.
  5. Proteção e empoderamento da criança no ambiente digital. Os ministros têm o prazer de incluir a proteção e o empoderamento das crianças no ambiente digital, pela primeira vez, entre as prioridades da Economia Digital do G20. Eles enfatizam a responsabilidade compartilhada de diferentes partes interessadas, especialmente os fornecedores de serviços e produtos digitais, na criação de um ambiente digital que empodera e protege as crianças. Para promover um ambiente digital seguro, inclusivo, transparente e benéfico para crianças, centrado em conteúdo online de alta qualidade e adequado à idade, os Ministros são orientados pelos Princípios de Alto Nível do G20 sobre proteção e empoderamento infantil, extraídos da Recomendação da OCDE, que podem ser instrumentais para orientar as políticas.
  6. Incentive a inovação para cidades e comunidades inteligentes. Os Ministros saúdam o Relatório da Presidência Italiana sobre as Práticas do G20 em Compras Públicas Inovadoras para Cidades e Comunidades Inteligentes, como uma ferramenta para aumentar e compartilhar conhecimento.
  7. Conectividade e inclusão social. Os ministros afirmam seu compromisso de preencher as lacunas de conectividade e incentivam a meta de promover o acesso universal e acessível à conectividade para todos até 2025. Eles acreditam que uma maior colaboração e intercâmbio de práticas em nível internacional e interação com as partes interessadas podem contribuir para nossa conectividade e inclusão social metas.
  8. Fluxo de dados livre com fluxos de dados de confiança e transfronteiriços. Com base e reconhecendo o trabalho e as realizações das Presidências Japonesa e Saudita, os Ministros reconhecem o trabalho da OCDE no Mapeamento de Pontos Comuns em Abordagens Regulatórias para Transferências de Dados Transfronteiriços, que identifica “pontos em comum, complementaridades e elementos de convergência” em diferentes abordagens. Essas semelhanças podem promover a interoperabilidade futura.
  9. Ferramentas digitais para serviços públicos. Partindo dos Princípios Governamentais Digitais do G20 de 2018, desenvolvidos sob a Presidência da Argentina, os Ministros se concentraram em como orientar e melhorar a digitalização dos serviços públicos para melhor atender às necessidades dos cidadãos. Portanto, eles se comprometem a buscar e garantir a qualidade, a difusão e a acessibilidade dos serviços públicos digitais e a promover melhores qualificações para os funcionários públicos.
  10. Identidade digital. A importância de soluções de identidade digital facilmente utilizáveis, confiáveis, seguras, confiáveis e portáteis é reconhecida como um meio de garantir o acesso seguro a serviços digitais para cidadãos e empresas, protegendo sua privacidade. Também é feita referência ao potencial da identidade digital em contextos de emergência e ajuda humanitária.
  11. Regulamentação ágil. É reconhecido o papel da regulação ágil na promoção da inovação e do crescimento econômico, bem como no controle e prevenção de possíveis impactos negativos do progresso tecnológico na sociedade e no planeta. A contribuição da Pesquisa sobre regulamentação ágil entre os membros do G20 é bem-vinda como uma ferramenta útil para compartilhar experiências e abordagens comuns para governança mais ágil e modelos regulatórios para inovação.
  12. Transformação da força-tarefa em um Grupo de Trabalho permanente. Os ministros se comprometem a continuar trabalhando em direção à digitalização para uma recuperação resiliente, forte, sustentável e inclusiva, ao mesmo tempo em que combatem as desigualdades. Nesse sentido, eles acolhem com satisfação a transformação da Força-Tarefa de Economia Digital (DETF) em um Grupo de Trabalho de Economia Digital (DEWG).
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Prefeitura de SP bre Consulta Pública para expansão do WiFi Livre SP

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A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT), publicou nesta terça-feira (3) a Consulta Pública sobre o edital de credenciamento do programa WiFi Livre SP. Com o objetivo de reunir contribuições da sociedade civil e de empresas interessadas no credenciamento, a consulta tem a finalidade de avaliar se o modelo adotado para a operação está em linha com as melhores práticas de mercado e com as necessidades da cidade.

O modelo baseia-se no credenciamento, formato de negócio já utilizado na expansão de 300 pontos do programa, com mudanças em algumas contrapartidas para as empresas interessadas na prestação do serviço. Também são listados requisitos técnicos para prestação do serviço e manutenção de sua qualidade, novo modelo de propaganda e segurança de dados, além de inclusão de novas localidades e dinâmicas de distribuição dos pontos a serem implementados em equipamentos e serviços públicos municipais.

O programa WiFi Livre SP, por meio de um modelo não oneroso ao poder público municipal, atua para levar internet de qualidade, segura e gratuita, via sinal de Wi-Fi, para cidadãs e cidadãos paulistanos de todas as regiões da cidade. Em expansão desde 2017, o programa saiu de 120 pontos para 1.088, e tem como meta atingir 20 mil pontos de acesso até 2024, fomentando, principalmente em regiões de maior vulnerabilidade social, a inclusão digital da população.

Ainda mais fundamental no contexto socioeconômico atual e posterior à pandemia de Covid-19, o presente momento evidenciou como a internet é preponderante para o acesso à serviços básicos, como educação, saúde, assistência social, cultura, entre outros, e também para a democratização da informação.

“A expansão do Wifi Livre SP é decisiva para assegurar o acesso à internet como direito fundamental do cidadão paulistano, além de dinamizar polos de economia criativa pela cidade e promover a inclusão digital, que é a nova fronteira da inclusão social”, afirma o secretário municipal de Inovação e Tecnologia, Juan Quirós.

A Consulta Pública dura 15 dias e pode ser prorrogada pelo mesmo período. O canal para envio de contribuições é consultawifi@prefeitura.sp.gov.br. Para acessar os documentos, basta clicar aqui.

Fonte: Secretaria Especial de Comunicação de São Paulo