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WEG executará testes práticos de conectividade à rede 5G

Projeto será realizado em ambiente real de produção, em uma das fábricas da Companhia, em SC. Resultados vão ajudar Anatel a regular as redes privadas de 5G para uso empresarial.

A WEG anuncia a criação de um projeto inovador para a execução de testes práticos de conectividade à rede 5G.

Nomeado de Open Lab WEG/V2COM, o projeto conta com a parceria da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para viabilizar o avanço do desenvolvimento de soluções economicamente efetivas para a indústria utilizando a tecnologia 5G.

Por meio de testes práticos, em uma das fábricas mais automatizadas, robotizadas e com maior nível de automação e monitoramento de chão de fábrica da WEG, localizada em Jaraguá do Sul/SC, será possível avaliar o desempenho e a convivência de dispositivos e antenas com a tecnologia 5G, para reunir informações sobre faixas de frequência, latência, potência e outras características necessárias às aplicações.

Estamos disponibilizando a nossa melhor estrutura para a realização dos testes, tendo o compromisso de gerar dados consistentes acerca da viabilidade econômica e ponto de equilíbrio na transição para a tecnologia 5G, bem como permitindo a WEG testar e validar o desempenho de produtos e softwares neste novo ambiente de conectividade.  Ainda que o projeto seja realizado em um ambiente fabril, os benefícios gerados não se limitam à indústria em específico, pois tais aplicações são amplamente utilizadas nas mais variadas práticas”, explica Carlos Bastos Grillo, Diretor de Negócios Digitais da WEG.

Segundo Guilherme Spina, Diretor da V2COM, empresa do Grupo WEG, será possível testar na prática mais de uma rede 5G na mesma localização, inicialmente com uma rede privativa via operadora e outra com infraestrutura local.

Teremos implementações de arquitetura de redes diferentes, uma convencional e outra virtualizada, também testaremos antenas e dispositivos 5G por ondas milimétricas bem como sub 6 GHz. Estes testes fornecerão dados e informações à Anatel para apoiar o processo de definição dos requisitos e condições de uso de faixas de frequência, para a regulação e outorga das redes privadas para uso industrial”, explica o executivo.

Os testes também vão gerar dados para novos modelos de negócios, considerando diferentes ambientes de implementação. Outra vantagem é que as informações podem ajudar as empresas a minimizar riscos e custos de implantação de redes privadas de 5G em plantas industriais e fazendas, por exemplo.

A rede 5G é considerada hoje uma tecnologia habilitadora para a chamada Quarta Revolução Industrial e uma grande promessa tecnológica para modificar estruturas de produção, com ganhos para a produtividade e competitividade.

 

Fonte: WEG

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Senado aprova projeto de lei para incentivar IoT

O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (19) o PL 6.549/2019, projeto de lei que tem o objetivo de incentivar a chamada Internet das Coisas. Esse projeto reduz a zero as taxas de fiscalização de instalação e as taxas de fiscalização de funcionamento dos sistemas de comunicação máquina a máquina. A isenção tem prazo de cinco anos. O texto também dispensa a licença para esses equipamentos funcionarem. Agora a proposta segue para a sanção do presidente da República.

Fonte: Agência Senado

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Recursos da Lei de Informática para P&D devem alcançar R$8 bi em 2020

O valor total de recursos oriundos da Lei de Informática para P&D em 2020 deve alcançar o valor de 8 Bilhões de reais em 2020. Estes recursos devem ser obrigatoriamente orientados para pesquisa e desenvolvimento de projetos e produtos para nos setores de Informática e Telecomunicações. Importante destacar que não saem das tesourarias das fábricas de bens de informática e telecomunicações somente para o FNDCT ( chamado de fundão), Podem ser destinados diretamente para instituições de pesquisa e ensino privadas e públicas e em alguns casos, obrigatoriamente, para instituições de pesquisa e ensino da Região do Nordeste.

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FCC vota para abrir mais espectro de Wi-Fi

Haverá um pouco mais de espaço para Wi-Fi. A Federal Communications Commission (FCC) votou hoje para abrir uma pequena quantidade de espectro sem fio adicional para uso interno não licenciado, o que deve ajudar a melhorar as velocidades e reduzir o congestionamento em redes Wi-Fi de 5 GHz.

A nova faixa de espectro (que cai em torno de 5,9 GHz) foi anteriormente reservada para comunicações veículo-veículo e veículo-infraestrutura – mas desde que foi deixada de lado há duas décadas, a indústria automobilística não fez muito com isso. Portanto, agora a FCC está retirando um pouco mais da metade das ondas de rádio que reservou e oferecendo-as ao público para uso como wi-fi. (Apesar de não chegar a lugar nenhum com esse espectro, a indústria automobilística está irritada com o fato de a FCC estar retirando-o embora.)

“Hoje, acabamos com duas décadas de desperdício e uso ineficiente da valiosa banda de 5,9 GHz”, disse o comissário da FCC Michael O’Rielly antes da votação. O’Rielly disse que muitos dispositivos Wi-Fi existentes serão capazes de começar a usar o novo espectro apenas com “atualizações rápidas de software”.

Fonte: The Verge

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Criação da “super agência” será prioridade do Ministério das Comunicações em 2021

O Secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra, afirmou que a criação da “super agência” será uma das prioridades para o ministério no próximo ano. A recomendação de uma agência reguladora que abarque um modelo convergente de regulação foi da OCDE, em relatório divulgado no final de outubro.

Segundo Coimbra, a equipe do ministério está estudando o documento apresentado pela OCDE e uma série de conversas com diversos órgãos do governo já foram iniciadas. A ideia é mapear o prazo e condições para saber quando essa agência pode ser criada. Artur lembrou que esse modelo de agência que regula serviços convergentes é comum em muitos países. “A criação desta super agência será uma prioridade nossa em 2021 e com certeza exigirá uma reestruturação profunda na administração pública”, afirmou o secretário de telecomunicações em evento organizado pelo site Tele.Síntese nesta sexta-feira, 13.

Discussão sobre a TV paga
Coimbra também disse que grupo criado recentemente para discutir a TV paga adota como referência as orientações da OCDE. “Isso não significa que vamos adotá-las imediatamente. Mas o que o grupo vai fazer é um mapeamento de questões para depois tomar alguma medida”, disse.

A criação do grupo de trabalho destinada a elaborar estudos e uma proposta de atualização do marco jurídico do Serviço de Acesso Condicionado, ou simplesmente TV por assinatura, regido pela Lei do SeAC (Lei 12.485/2011) aconteceu na última quarta-feira, 11, por meio de Portaria do Ministério das Comunicações.

A coordenação do GT será da Secretaria de Telecomunicações e terá ainda representantes das secretarias executiva e de radiodifusão do ministério, assim como da área jurídica. A Anatel também foi incluída no grupo, mas a Ancine, vinculada à secretaria especial de cultura, não é citada na portaria. Ele já havia esclarecido a este noticiário, na ocasião da publicação da portaria, que a Ancine não foi citada no documento porque não são mais permitidos grupos interministeriais criados por portaria, mas a agência do audiovisual será convidada a participar das discussões. O prazo para a apresentação da conclusão dos trabalhos é de 90 dias.

Fonte: Teletime

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Seaborn e Telecall anunciam parceria para cabo submarino AMX-1

Seaborn e Telecall anunciam parceria para cabo submarino AMX-1

Após ativar serviços a partir do cabo submarino AMX-1, a Seaborn anunciou uma parceria com a operadora Telecall para conexão do sistema internacional à infraestrutura terrestre no Rio de Janeiro.

A partir de uma rede de fibra ótica da Telecall, o cabo será interligado ao data center Equinix RJ2. A parceria ainda fornecerá extensões diversificadas de alta capacidade na região metropolitana da capital fluminense, permitindo a entrega de um conjunto de serviços em teleporto pela Seaborn e um novo ponto de presença (PoP) da empresa no Rio de Janeiro.

“A experiência técnica e a proficiência local da Telecall, combinada com a capilaridade de infraestrutura da Seaborn, ajudarão a reforçar a conectividade regional”, afirmaram as empresas, em comunicado que destacou o anel de fibra ótica 100% subterrâneo que suportará a ligação terrestre. O cabo AMX-1 interliga Rio de Janeiro e Jacksonville, Flórida (EUA).

A Telecall tem licenças para prestação de serviços SCM (banda larga fixa), SMP (telefonia móvel) e STFC (telefonia fixa), além de atuar como agregadora de operadoras móveis virtuais (MVNOs). Já a Seaborn também opera o cabo Seabras-1, do qual também é proprietária.

Fonte: Teletime

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Anatel retira barreiras regulatórias à Internet das Coisas e aplicações Máquina-a-Máquina

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O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, nesta quinta-feira (29/10), a redução de barreiras regulatórias à expansão das aplicações de Internet das Coisas (IoT) e comunicações Máquina-a-Máquina (M2M). Com a decisão, os serviços prestados por dispositivos IoT terão carga tributária menor que os de telecomunicações.

Para o relator da matéria, conselheiro Vicente Aquino, “a tributação sobre os dispositivos de IoT é balizadora do sucesso de todo o ecossistema digital que inclui tal tecnologia em sua cadeia de valor”.

A regulamentação aprovada estabelece que “são considerados dispositivos de Internet das Coisas aqueles que permitem exclusivamente a oferta de Serviços de Valor Adicionado (SVA) baseados em suas capacidades de comunicação, sensoriamento, atuação, aquisição, armazenamento e/ou processamento de dados”, em coerência com o Decreto nº 9.854/2019, que instituiu o Plano Nacional de Internet das Coisas e dispôs sobre a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina-a-Máquina e Internet das Coisas.

A importância de os serviços prestados por IoT serem definidos como SVA decorre do fato de o ICMS e as taxas setoriais incidirem sobre serviços de telecomunicações, mas não sobre Serviços de Valor Adicionado. Conforme a legislação do município em que o SVA for prestado, pode haver cobrança de ISS.

Quanto à segurança das aplicações M2M e IoT, o novo Regulamento trará princípios gerais. As especificidades desses produtos devem ser atendidas quando da definição dos requisitos técnicos, que ainda devem ser objeto de consulta pública.

O texto aprovado também altera o Regulamento Geral de Portabilidade da Anatel e impõe obrigações de portabilidade a acessos destinados exclusivamente à conexão de dispositivos de IoT quando presentes as condições técnicas necessárias.

Além disso,  a Anatel vai incluir em cartilha de orientação sobre IoT e M2M exemplos práticos de telecomunicação e Serviço de Valor Adicionado para a exploração de M2M e IoT. Também serão avaliadas formas de se disponibilizar capacitação a todos os interessados na exploração desses serviços, com participação de instituições de ensino especializadas.

Telefonia Móvel – Em relação às operadoras virtuais da telefonia móvel, a nova Resolução prevê a possibilidade de a prestadora credenciada virtual ter mais de uma prestadora de origem em uma área de registro (região de determinado Código Nacional, conhecido como “DDD”) e utilizar acordos de roaming e de uso de radiofrequências da prestadora de origem.

Outra determinação contida no voto do conselheiro relator foi que a Superintendência de Planejamento e Regulamentação da Anatel, em 180 dias, apresente um estudo sobre roaming para o IoT e analise a oportunidade e a conveniência de se incluir o tema em agenda regulatória futura da Agência.

Fonte: ANATEL

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Estratégia de Inovação é tema de consulta pública

Foi aberta nessa segunda-feira (19), a consulta pública à Estratégia Nacional de Inovação. A Estratégia faz parte da Política Nacional de Inovação (PNI) e conterá as iniciativas, que serão os instrumentos para que seja possível alcançar os objetivos da Política. Até o dia 09 de novembro, pessoas físicas ou jurídicas podem participar com contribuições à minuta da Estratégia por meio de um formulário eletrônico disponível neste site.

Com a consulta pública, o objetivo é disponibilizar um canal de interação entre a sociedade e o Governo Federal para permitir a participação popular na gestão pública, especialmente para indicar os temas a serem priorizados no contexto da política de inovação. Depois que for concluída, a Estratégia Nacional de Inovação servirá de base para a elaboração dos Planos de Inovação.

A estratégia é coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e conta com a participação do Ministério da Educação (MEC), que organizou e realizou um ciclo de oficinas sobre o tema “desenvolvimento dos sistemas educacionais”. Estes eventos discutiram a ampliação da qualificação profissional de recursos humanos (eixo formação tecnológica) para potencialização da inovação no cenário brasileiro.

Política Nacional de Inovação 

A Política Nacional de Inovação propõe um modelo de governança das inúmeras ações relacionadas ao tema no país. Além disso, busca estruturar o planejamento e a execução das ações e programas de inovação, a partir da Estratégia Nacional de Inovação, de acordo com os seguintes eixos:

•  ampliação da qualificação profissional por meio da formação tecnológica de recursos humanos – órgão responsável: Ministério da Educação (MEC);

•  alinhar e assegurar o fomento à inovação – órgão responsável: MCTI;

•  estímulo das bases de conhecimento tecnológico para inovação – órgão responsável: MCTI;

•  estímulo ao desenvolvimento de mercados para produtos e serviços inovadores – órgão responsável: Ministério da Economia (ME);

•  disseminação da cultura de inovação empreendedora – órgão responsável: MCTI; e

•  proteção do conhecimento – órgão responsável: ME

Assessoria de Comunicação Social, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação (MEC).

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Microsoft elege o Rio de Janeiro para novo datacenter no Brasil

A Microsoft anunciou nesta terça, 20/10, a disponibilidade de um novo datacenter no Brasil. Instalado no Rio de Janeiro, ele inaugura uma nova região do Azure, o serviço de computação em nuvem da empresa, além da existente em São Paulo desde 2014.

Segundo a presidente da Microsoft Brasil, Tânia Cosentino, a nova estrutura atende o crescimento da demanda por serviços de nuvem e endereça preocupações com a localização dos dados em território nacional. Segundo apontou, o mercado de computação em nuvem vai dobrar neste ano, tanto no mundo em geral como no Brasil especificamente.

“Com a transformação digital ficou necessário que a gente entregasse resiliência, latência. A gente precisa estar localizado perto dos nossos clientes. Então se faz necessário investimento contínuo nos nossos datacenters e nossas estruturas. Temos novos requerimentos dos clientes, além de regulamentações e preocupações com a residência de dados, não apenas para área de governo como para a área financeira. Assim, a réplica de dados precisa permanecer dentro do país, isso fez necessária criação de nova região e nova zona de disponibilidade”, explicou a executiva durante apresentação online.

Segundo a Microsoft, a nova região Azure, 65º no mundo, chamada Brazil Southeast, oferece aos clientes a opção de recuperação de desastres. Segundo o cronograma anunciado, o nuvem Azure está disponível a partir desta terça, enquanto o Microsoft 365 será disponibilizado até o final de 2020. Os planos incluem também a oferta de Dynamics 365 e Power Platform na primeira metade de 2021. A MS indicou já ter 25 mil usuários do Azure no Brasil. A empresa também prometeu lançar novas Zonas de Disponibilidade Azure em 2021 na região já existente, Brazil South, sediada em São Paulo.